
19H00 | 3 NOVEMBRO 2026
CULTURA ARTISTICA - CULTURINHA
DIOGO CLEMENTE
Filho do fadista José Clemente, tem os primeiros registos a cantar em casas de fado aos 6 anos e como guitarrista aos 13 anos. Aos 14 entrou no Conservatório Nacional de Música, o mesmo ano em que venceu como fadista a Grande Noite do Fado do Porto.
Aos 17 anos iniciou a autoria, composição e a produção, arranjos e direção de diversos projetos até hoje, com os quais percorreu o mundo.
Já colaborou com Raquel Tavares, Mariza, Carminho, Carolina Deslandes, Sara Correia, Marco Rodrigues, Louane, Javier Limón, Montsé Cortés e Mário Pacheco.
Conferência: A Rua e Fado
O fado é uma consequência da vida, as cidades, os portos, as vidas, fazem do fado este jornal do povo. Um jornal das almas.
Vamos contar de dentro para fora o quanto o fado é intrínseco ao dia a dia de todos os portos, ruas da cidade e se torna não só o influenciado como influencia e cura quem lhe toca, assim como os diferentes bairros e antros de fado têm a sua linguagem, como a vida.
É o espírito santo presente no respirar de cada lisboeta, todos têm o fado ao lado desde há cerca de 200 anos como amigo.
É o amparo de heróis e escondidos, abarca todas almas e todas se servem dele e o servem nesta equação bela que é Lisboa.
